Serra do Brigadeiro: assembleia popular debate impactos da mineração
No dia 2/09/2015, organizações sociais realizaram uma assembleia popular para debater os impactos da mineração de bauxita no entorno da Serra do Brigadeiro. A assembleia ocorreu na comunidade Ancorado, município de Rosário de Limeira, e contou com a participação de 80 pessoas.
A região leste do entorno da Serra do Brigadeiro possui uma das maiores reservas de bauxita do país e atualmente tem sofrido uma forte ofensiva por parte da Companhia Brasileira de Alumínio (CBA). A empresa, que pertence ao grupo Votorantim, atua na região já há alguns anos, onde possui minas e uma usina de britagem e lavagem do minério. O projeto da CBA prevê a abertura de novas minas e a construção de um grande complexo de exploração de bauxita na região, pois dele sairá o insumo para abastecer a principal usina de alumina da Votorantim, situada na cidade de Alumínio, em São Paulo.
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| mina de bauxita |
Durante
a assembleia os participantes puderam manifestar suas preocupações com a
chegada da empresa na região. Segundo o relato dos presentes a empresa tem
agido de má fé, enganando as famílias e aproveitando das demandas da comunidade
para persuadir os atingidos.
A
CBA contratou uma ONG, dita ambientalista, para realizar o Cadastro Ambiental
Rural (CAR) das famílias na região, mas em troca a empresa solicita que os
proprietários assinem um termo de consentimento para a exploração de bauxita em
suas terras.
Outra estratégia da mineradora tem sido a capacitação de professores da rede pública. A empresa oferece um curso de práticas agroecológicas aos professores e os estimulam a divulgar as ações da CBA para os alunos. Esta conduta da mineradora tem causado revolta às comunidades e organizações sociais. “A empresa vem oferecer curso de prática agroecológica para depois destruir tudo com seus projetos? Ela está é tentando ganhar a confiança das crianças e jovens da região, mas dessa maneira é uma afronta, o que ela tem feito é pura enganação!”, bradou José Maria, professor da rede pública.
Outra estratégia da mineradora tem sido a capacitação de professores da rede pública. A empresa oferece um curso de práticas agroecológicas aos professores e os estimulam a divulgar as ações da CBA para os alunos. Esta conduta da mineradora tem causado revolta às comunidades e organizações sociais. “A empresa vem oferecer curso de prática agroecológica para depois destruir tudo com seus projetos? Ela está é tentando ganhar a confiança das crianças e jovens da região, mas dessa maneira é uma afronta, o que ela tem feito é pura enganação!”, bradou José Maria, professor da rede pública.
Durante
a assembleia foram exibidos fotos e vídeos dos impactos da mineração de
bauxita, o que despertou muita indignação dos presentes. Segundo o vereador Adair
Mendes, a empresa tenta esconder os verdadeiros impactos para as comunidades.
“Eles tentam nos enganar, dizem que a exploração de bauxita não causa muitos impactos,
mas quando visitamos as regiões já exploradas percebemos que não é do jeito que
eles falam”.
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| Onde a empresa passa, deixa rastros de destruição |
Outro ponto bastante discutido foi sobre a passagem do
mineroduto da Ferrous na região. Se não bastassem os impactos da mineração de bauxita, a
região de Ancorado também vai ser atingida pelo mineroduto, o que pode
acarretar em graves impactos ambientais e na vida da comunidade.
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| Impactos de mineroduto também gera revolta |
Ao
final da assembleia, os presentes encaminharam de que vão se organizar e
impedir a implantação de ambos os projetos minerários na região. Uma das
orientações foi a de que o Sindicato de Trabalhadores Rurais (STR) vai realizar
o CAR e procurar regularizar as documentações das famílias com demandas.



Meu nome é Juliano Cunha, sou de Minas Gerais e trabalho como corretor de imóveis e também mineração em geral.
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